Com informações do Blog do Márcio Rangel

A mais recente pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Índice, em parceria com o Blog do Márcio Rangel, revela quais são os 15 nomes mais lembrados pelos eleitores para a disputa de uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026, na Paraíba.
O levantamento analisou a intenção de voto espontânea, quando o eleitor responde livremente, sem acesso a uma lista de candidatos, apontando quais pré-candidatos já conseguem ocupar espaço na memória do eleitorado neste momento inicial do cenário eleitoral.
Os números mostram um quadro de forte indefinição, com elevado percentual de indecisos, o que indica que a corrida para a Câmara Federal ainda está longe de estar consolidada.
Confira os 15 pré-candidatos mais lembrados para deputado federal (pesquisa espontânea):
1. Hugo Motta – 2,25%
2. Aguinaldo Ribeiro – 1,97%
3. Cabo Gilberto – 1,69%
4. Romero Rodrigues – 1,41%
5. Mersinho Lucena – 1,41%
6. Dr. Jhony Bezerra – 1,03%
7. Murilo Galdino – 1,03%
8. Gervásio Maia – 0,94%
9. Dr. Damião – 0,85%
10. Ruy Carneiro – 0,75%
11. Ricardo Coutinho – 0,75%
12. Wilson Santiago – 0,56%
13. Luiz Couto – 0,56%
14. Efraim Filho – 0,56%
15. Cícero Lucena – 0,56%
De acordo com a pesquisa, 57,37% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder, enquanto 22,72% afirmaram não votar em nenhum nome para deputado federal neste momento.
Cenário ainda indefinido
O alto índice de indecisão revela que, apesar de alguns nomes já serem conhecidos do grande público, a maioria do eleitorado paraibano ainda não formou uma escolha para a disputa proporcional federal. Analistas avaliam que estrutura de campanha, alianças regionais, tempo de exposição e presença nos municípios deverão ser decisivos ao longo do processo eleitoral.
Dados técnicos da pesquisa
A pesquisa foi realizada entre os dias 22 e 24 de dezembro de 2025, com 1.065 entrevistas, em diversos municípios da Paraíba, contemplando Litoral, Região Metropolitana, Agreste, Brejo, Cariri e Sertão.
O levantamento utilizou amostragem aleatória por conglomerados em três etapas, com entrevistas presenciais e aplicação de quotas proporcionais de sexo, idade e escolaridade, com base nos dados do IBGE (Censo 2010/2022).
O nível de confiança é de 95%, e a margem de erro máxima é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.





