Com informações do Blog do Márcio Rangel
Enquanto a cardiologia intervencionista tradicionalmente atua em momentos críticos — como desobstruções de artérias e implante de stents —, o cardiologista José Adailson tem construído sua prática com foco no que vem antes: evitar que o paciente precise de uma intervenção.
Formado em Cardiologia Intervencionista, ele aplica conceitos da medicina funcional no acompanhamento de pacientes com fatores de risco cardiovascular, investigando causas inflamatórias, déficits nutricionais e desequilíbrios metabólicos que aceleram o envelhecimento do sistema cardiovascular.
Entre as ferramentas que utiliza está o Monjaro, medicação para diabetes tipo 2 com eficácia também no emagrecimento e controle metabólico. “Não se trata de uma ‘pílula mágica’, mas de um recurso terapêutico que, aliado a mudanças no estilo de vida, pode reduzir riscos cardiovasculares”, explica.
Adailson também dá atenção ao impacto do estresse crônico, má qualidade do sono e alimentação ultraprocessada na saúde do coração — fatores ainda subestimados na prática convencional.
A proposta: ampliar o conceito de saúde cardiovascular para além dos consultórios e cateterismos, envolvendo hábitos cotidianos, saúde mental e envelhecimento ativo.






