Com informações do Blog do Márcio Rangel
O pré-candidato à Presidência da República pelo PSD, Ronaldo Caiado, afirmou que acredita ser o nome da oposição com maior capacidade de derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno das eleições. Na avaliação do ex-governador de Goiás, uma disputa entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) beneficiaria o atual chefe do Executivo.
A declaração foi feita nesta quarta-feira (1º), durante o evento em que o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, foi anunciado como candidato a vice-presidente na chapa de Caiado. Com a escolha, o partido confirmou uma chapa formada exclusivamente por filiados da legenda.
Ao defender sua candidatura, Caiado afirmou que seria capaz de conquistar o apoio do eleitorado que não se identifica nem com o PT nem com o grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, esse segmento seria decisivo para uma vitória sobre Lula.
“Se chegarmos ao segundo turno, teremos os votos dos independentes e venceremos Lula. Se Flávio chegar ao segundo turno, com todo o respeito que ele merece, sabemos que isso é tudo o que Lula deseja para continuar governando o Brasil por mais quatro anos”, declarou.
Apesar da oficialização da chapa, Caiado e Kassab admitiram que o PSD não deverá marchar unido em todo o país. Em alguns estados, diretórios e lideranças terão liberdade para apoiar outros candidatos à Presidência, incluindo Lula e Flávio Bolsonaro.
A diversidade de posicionamentos políticos é uma característica do PSD. Enquanto em estados como a Bahia a sigla mantém proximidade com o governo federal, em outras regiões do país há lideranças alinhadas ao campo conservador e ao bolsonarismo.
Nas pesquisas de intenção de voto, Caiado aparece com cerca de 3% a 4% das preferências e disputa espaço com outros nomes da chamada terceira via. Aliados do pré-candidato acreditam, no entanto, que o cenário ainda pode mudar, especialmente diante das recentes divergências públicas envolvendo integrantes da família Bolsonaro.
Se preferir, posso reescrever em um estilo ainda mais jornalístico, semelhante ao utilizado pelo G1 ou pela CNN Brasil.






